Residenciais em SC apostam em energia solar como alternativa sustentável

Fonte de energia renovável que mais cresce no Brasil e no mundo, a energia solar fotovoltaica está cada vez mais barata. O valor caiu até 80% nos últimos 10 anos, segundo dados divulgados pela Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar). Em Santa Catarina, as construtoras estão antenadas para a mudança, principalmente pela garantia de economia, que pode chegar a 95% nas faturas.

No San Blas Residence, imóvel de alto padrão da Lumis Construtora e Urbanismo no bairro João Paulo, os moradores contam com um sistema de energia solar, projetado e instalado pela Quantum Engenharia, empresa catarinense referência no setor. São 24 placas fotovoltaicas com estimativa de geração anual de 8.148 kWh. O ganho ambiental e de sustentabilidade do San Blas Residence em 25 anos é equivalente a 2.770 unidades de árvores plantadas, além de deixar de emitir 107.961 kg de CO² na natureza e 719.061 km de poluentes produzidos por automóveis.

Além disso, estimativa do Bloomberg News Energy Finance prevê que, em 2040, 32% da energia no Brasil será gerada por meio dos painéis solares, superando a fonte hídrica, que será de 29%. O otimismo vem da garantia de retorno do investimento previsto para em torno de cinco anos, e o crescimento em incentivos públicos para a instalação de energia solar. As placas fotovoltaicas podem produzir até 100% da energia exigida pela unidade consumidora e, se o consumo for menor do que a energia gerada, pode ser entregue à companhia de luz e utilizada posteriormente em forma de crédito na conta de luz.

A Quantum Engenharia, catarinense especialista em instalações fotovoltaicas tem percebido o aumento na procura por essas instalações, tanto que registrou incremento de 580% em vendas de sistemas de energia solar distribuída em 2017. Para o presidente da empresa, Gilberto Vieira Filho, este tipo de facilidade é essencial para quem busca alternativas de energia sustentável, além de gastar menos.

De acordo com dados da Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica), os sistemas de microgeração e minigeração distribuída solar já somam mais 200 MW de potência instalada no Brasil. O crescimento deste segmento no país reflete em bons resultados econômicos e socioambientais. Os consumidores dos setores de comércio e serviços passaram a liderar o uso da energia solar fotovoltaica, com 43,1% da potência instalada no País, segundo levantamento da Absolar.

Fonte: Lumis Construtora e Urbanismo


Créditos: Ambiente Brasil

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