Acasalamento malsucedido provoca morte de tigre em Londres

A tigresa Melati tinha 10 anos de idade (Foto: ZSL London Zoo)
A TIGRESA MELATI TINHA 10 ANOS DE IDADE (FOTO: ZSL LONDON ZOO)

encontro entre dois tigres do zoológico de Londres teve um desfecho trágico na semana passada. Segundo comunicado do site do estabelecimento, na última sexta-feira, 8, o zoológico deixou os animais terem o primeiro contato físico para acasalamento. A tentativa resultou na morte da fêmea Melati.

O tigre, macho, conhecido pelo nome de Asim, veio diretamente da Sumatra, uma ilha da Indonésia, para acasalar com a tigre Melati. Segundo o zoológico, os animais coabitaram no mesmo ambiente, divididos por uma grade, durante 10 dias. Após esse período, os funcionários acreditavam que já era hora da primeira interação física.

Segundo nota, Asim foi transferido para o zoológico de Londres como parte de um programa de criação e conservação em toda Europa. Era esperado que, com tempo, os tigres viessem a procriar. Após o ocorrido, o zoológico reconheceu que “as introduções, embora cuidadosamente planejadas, são sempre consideradas de alto risco”.

Durante o período que coabitaram, segundo nota do zoológico, os animais demonstraram sinais positivos. A morte da tigresa causou comoção de muitos fãs na internet, que demonstraram o amor e tristeza pela morte do animal.

Os tigres sumatras estão correndo risco de extinção, segundo a Lista Vermelha da União Internacional para a Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais (IUCN). Segundo o portal Mashable, em lugares como a índia, os tigres selvagens encaram desafio parecido com a degradação do território.

O zoológico londrino expressou, no Twitter e Instagram, a tristeza pela morte do animal: “Hoje nossa querida tigresa sumatra Melati morreu enquanto era introduzida, pela primeira vez ao tigre Asim. Todos no ZSL Zoológico estamos com o coração partido pelo rumo que as coisas tomaram. A área para tigres permanecerá fechada enquanto nossa equipe se concentra em cuidar de Asim”.

Fonte: Revista Galileu


Créditos: Ambiente Brasil

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