8 vezes em que a natureza fez 2018 ser fofíssimo

2018 foi um ano difícil para muitos de nós, mas teve alguns momentos muito fofos que podem ter compensado todas as capotadas.

Por exemplo, em algum lugar do mundo, um burro se apaixonou por um emu, pinguins requisitaram uma câmera de pesquisa para tirar selfies e uma pata babá cuidou de nada menos do que 76 patinhos em uma fila.

Confira uma revisão fotográfica dos momentos científicos mais adoráveis de 2018:

Um polvo muito pequeno

Esse bebê polvo é sem dúvida nenhuma extremamente fofinho. O cefalópode do tamanho de uma ervilha foi flagrado em agosto, montando um pedaço de plástico e boiando no oceano na região do Parque Histórico Nacional Kaloko-Honokōhau, no Havaí.

Trabalhadores do parque resgataram a criatura em seu barco, tiraram algumas fotos e depois o liberaram “são e salvo em um pequeno espaço protegido”, conforme contaram no Facebook.

O filhote agora tem uma chance de crescer. Embora seja jovem demais para identificarmos com precisão sua espécie, polvos de aparência semelhante podem chegar até 2 metros.

Selfies feitas por pinguins

Durante um projeto de pesquisa na Antártida, os cientistas posicionaram uma câmera de vídeo captando imagens ao vivo próxima a uma colônia de pinguins-imperadores. Não demorou muito para que as aves encontrassem seus observadores.

Nas cenas adoráveis que se seguiram, a câmera primeiro focaliza os pés de dois pinguins gorduchos enquanto eles gingam em direção a ela – mas os pássaros logo empurram a lente para cima para focar em seus rostos. Os pinguins então fazem várias vocalizações, como se dissessem: “Olha o que eu encontrei!” Parece que todo mundo gosta de uma selfie.

Babá com sua creche de 76 patinhos

Uma mamãe pata, 76 patinhos. Essa superpata de Minnesota, fotografada por Brent Cizek, definitivamente não colocou todos aqueles ovos; fêmeas podem incubar cerca de 20 ovos de cada vez, segundo o ornitólogo Richard Prum.

Os outros patinhos que a seguem são membros de uma espécie de “creche”, na qual as fêmeas confiam seus recém-nascidos aos cuidados de uma mamãe mais velha e sábia.

Esta babá é geralmente experiente em criar jovens e não se importa de levar alguns patinhos debaixo de suas asas, enquanto os pais dos pequenos saem para fazer coisas importantes de aves adultas. Ainda assim, enquanto creches de 20 ou 30 animais não são incomuns, uma heroína com 76 criadores de problemas é excepcional.

Tonks, a aie-aie

Quão bizarro um recém-nascido pode ser e, ainda assim, de alguma forma, ter uma carinha fofa?

Tonks, a bebê aie-aie, pode responder a essa pergunta. Nascida no zoológico de Denver em agosto, ela é um dos 24 lêmures em cativeiro nos Estados Unidos.

Aie-aies (Daubentonia madagascariensis) são nativos de Madagascar. Ninguém sabe exatamente quantos existem na natureza, mas eles são considerados uma espécie em perigo de extinção.

O burro que se apaixonou por uma emu

Vivendo juntos em uma fazenda na Carolina do Norte, um burro e uma emu, chamados de Jack e Diane, desenvolveram uma ligação profunda – tanto que parecem estar apaixonados. “Eles gostam de se abraçar e até dormir juntos”, contou Jennifer Gordon, do Carolina Waterfowl Rescue, ao The Charlotte Observer.

A equipe de resgate do Carolina Waterfowl descobriu o casal improvável quando o proprietário da fazenda desapareceu, no início de novembro. Quando os amantes foram colocados em locais separados, ambos mostraram sinais de raiva e ansiedade (Jack, o burro, supostamente começou a chorar). Assim, eles foram prontamente reunidos – e esperamos que continuem assim.

Como os elefantes comem cereal

Os elefantes usam suas trombas para cheirar, tocar e comer. Até cereal? Sim, conforme descobriu um dos estudos mais adoráveis de 2018.

A cobaia foi um elefante-africano chamado Kelly que vive no zoológico de Atlanta, na Geórgia (EUA). Os pesquisadores alimentaram Kelly com 24 pratos diferentes, de vegetais picados a cereais, para ver como o tamanho e textura de uma refeição mudava a maneira como Kelly usava sua tromba durante a alimentação.

O cereal foi a comida que exigiu a abordagem mais suave. Para comê-lo, Kelly pressionou a tromba contra a pilha de alimento, comprimiu a ponta para formar uma espécie de concha e levou a comida diretamente para a boca.

A pesquisa mostrou que as trombas de elefantes são ferramentas ainda mais versáteis do que os cientistas pensavam.


Créditos: Ambiente Brasil

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